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domingo, 10 de outubro de 2010

Bem querer!

      
    Às vezes nos surpreendemos com o próprio cotidiano e em algumas dessas vezes não conseguimos perceber que acontecimentos, coincidências, emoções e rotinas, necessariamente não têm que serem analisados como fatos ou fatores determinantes em nosso desejo de viver de igual para igual para conosco. Podemos agir com leveza e compromisso com tudo, todos e ao mesmo tempo conviver com nossa mais diferente maneira de sentir ou esperar que sintam por nós anseios até desconhecidos.
É preciso, pois que aprendamos a nos entender, nos educar, justificar sempre e principalmente nos defender menos, querendo sempre jogar para outros, como nós mesmos, sentimento como: cobiça vulgaridade e a tão desprezada falsidade que fazem com que julguemos que todos são algozes, só nós vítimas. Se pensarmos assim na realidade não existem algozes e sem eles quem seriam as vítimas? Infelizmente todos nós, pois com todo esse emaranhado o que adquirirmos é no mínimo perda de identidade e de poder de decifrar o que venha a acontecer em relação ao que queremos e sentimos, o que causará uma obrigação de vivermos não como queremos, mas como é conveniente.

sábado, 10 de julho de 2010

O amor e suas armadilhas

 Como é difícil enfrentarmos certos momentos de nossas vidas  onde o sentimento maior em nós é surpreendido de maneira negativa e extremamente radical pela pessoa a qual dedicamos tal sentimento. É verdade que em muito desses casos quem magoa, maltrata e humilha, não tem consciência de agredir e usa palavras indevidas e sem nenhum respeito ao sentimento a ela destinado, por definir não haver ter motivos ou motivação para que o outro diga sentir por si tão "grande" amor. Quem pode afirmar ou opinar sobre quando e como acontece uma paixão? Ou o que é ou deixa de ser motivação para que se nutra um sentimento? Também não se pode ordenar que todo sentimento seja igualmente correspondido, no entanto, não custa se ser amável como se foi quando se iludiu, ou melhor, custa sim, educação e diplomacia para dizer não, sem ser responsável pela imensa dor que é perder o que tanto se quer.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Viver...!!!

  Quando comecamos a querer, a organizar, a inventar, a sonhar, a saber viver? Sempre estamos tentando organizar nosso dia a dia de modo que nos permita inventar sonhos que nos ensine a viver. Infelizmente só aprendemos a querer arrancar da vida o que nela tem de melhor, esquecendo que viver é sinonimo de tudo e de todos tipos de sentimentos, acasos, acidendes e incidendes, com os quais temos que conviver e viver por todo tempo. É preciso que aprendamos a melhor organizar o que queremos, deixando sempre intervalos de experiência e amadurecimento, para que possamos sempre termos chances de sabermos o que podemos fazer quando algo, alguém ou alguma coisa  venha nos atingir sem nosso controle ou vontade.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

SAUDADE

     Saudade! Saudade! Saudade! Sentimento absoluto quando se trata de tudo ou de nada que sentimos sem saber o se pode fazer para acabar ou pelo menos minimizar ou até mesmo transformar a dor que nos atingi sem sabermos de onde vem  e nem pra onde vai. A saudade vem, nos envolve e nunca mais nos deixa. Após a primeira vez que a sentimos, nunca mais a esquecemos, ela não mais vai embora. É falta de quem fomos, de quem amamos, do que sentiamos, do que queriamos que sentissem por nós e de alquem que queremos sempre junto de nós, não precisando ser a mesma pessoa e sim o mesmo sentimento que deixa a mesma saudade quando existe e desiste ou quando nunca existiu e é aguardado como se estivesse sempre presente .

Amar é tão bom!

Amar é tudo de bom, não importa como acontece em nossas vidas, se chega, fica e é correspondido, ótimo! Mas, caso não seja tão maravilhoso como sonhamos ou como gostariamos, com certeza acrescenta tudo que existe em melhoria para nosso crescimento em relacão aos sentimentos em geral e as pessoas que os sentem, nos fazendo amadurecer com seguranca de que vamos conseguir além de amar e ser amada, ser pessoas  de sentido real em seus sentimentos. Com tal sentimento em nossas vidas só podemos ser pessoas melhores e muito,muito mais felizes!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

O possível quase impossível

 Angustiante, agoniante e muito, muito insatisfatório é a fase que quase todos nós passamos que é aquela na qual fazemos o que não queremos, demonstrando felicidade do comeco ao fim sem deixar que nimquem perceba nossos verdadeiro querer. Somos exelentes atores e atrizes e autor(a) perfeito(a). É uma fase difícil e deliniadora que nos trás um pesar constante e agressor que nos deixa frágil em relacão a busca pelo prazer de tentarmos lutar pelo que realmente queremos ser e fazer. Sem querer atropelar pessoas a quem queremos bem e não queremos atingir com tipo nenhum de sofrer, vamos levando tudo no tudo bem! Amanha melhora! Vou saber contornar e resouver tudo de maneira satisfatória para todos. Não é possível fazer acontecer milagre,viver em constante conflito interior nos faz cobrar de quem nos deve sem opcão de pagamento e nos punirmos por erros julgados como acerto. Seria impossível  nos darmos importância igual a que damos aos nossos seres queridos? Acredito que poderiamos tentar. A situacão é muito grave, pode parecer menos complicada mas não é. Fazer o que não nos dar prazer ou simplismente nos é indiferente ou cómodo, nos trás insatisfacão e tristeza nos tornando doentes e infelizes. Dai concluiremos que a tragetória escolhida como certa nos deu o mesmo resultado que julgarvamos conseguir com escolhas mais prazerosas para nós. Vamos sempre avaliar e reavaliar nosso sistema de vida para que teamos sempre como desfazer contestar e lutar em nosso favor e de nossa felicidade junto ou não fisicamente daqueles que amamos, mas sempre com eles em nossas vidas e um lá e cá de coracões. Viver não pode ser apenas ter vida, tem que ser vida bem vivida e como somos totalmente diferentes em nossas igualdades, temos que verificar que não existe um único meio de sermos felizes, existem vários, cabe a cada um descobrir,lutar e conquistar o seu.